It was 1989, my thoughts were short my hair was long
Caught somewhere between a boy and man
She was seventeen and she was far from in-between
It was summertime in Northern Michigan
Ahh Ahh Ahh
Ahh Ahh Ahh
Splashing through the sand bar
Talking by the campfire
It's the simple things in life, like when and where
We didn't have no internet
But man I never will forget
The way the moonlight shined upon her hair
And we were trying different things
We were smoking funny things
Making love out by the lake to our favorite song
Sipping whiskey out the bottle, not thinking 'bout tomorrow
Singing Sweet home Alabama all summer long
Singing Sweet home Alabama all summer long
Catching Walleye from the dock
Watching the waves roll off the rocks
She'll forever hold a spot inside my soul
We'd blister in the sun
We couldn't wait for night to come
To hit that sand and play some rock and roll
While we were trying different things
And we were smoking funny things
Making love out by the lake to our favorite song
Sipping whiskey out the bottle, not thinking 'bout tomorrow
Singing Sweet Home Alabama all summer long
Singing Sweet Home Alabama all summer long
Now nothing seems as strange as when the leaves began to change
Or how we thought those days would never end
Sometimes I'll hear that song and I'll start to sing along
And think man I'd love to see that girl again
[Kid Rock]
sábado, 13 de junho de 2009
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Há amores assim- DONNA MARIA
Há amores assim
Que nunca têm inicio
Muito menos têm fim
Na esquina de uma rua
Ou num banco de jardim
Quando menos esperamos
Há amores assim
Não demores tanto assim
Enquanto espero o céu azul
Cai a chuva sobre mim
Não me importo com mais nada
Se és direito ou o avesso
Se tu fores o meu final
Eu serei o teu começo
Não vou ganhar
Nem perder
Nem me lamentar
Estou pronta a saltar
De cabeça contra o mar
Não vou medir
Nem julgar
Eu quero arriscar
Tenho encontro marcado
Sem tempo nem lugar
Je t'aime j'adore
Um amor nunca se escolhe
Mas sei que vais reparar em mim
Yo te quiero tanto
E converso com o meu santo
Eu rezo e até peço em latim
Quando te encontrar sei que tudo se iluminará
Reconhecerei em ti meu amor, a minha eternidade
É que na verdade a saudade já me invade
Mesmo antes de te alcançar
É a sede que me mata
Ao sentir o rio abraçar o mar
Sem lágrima caída
Sou dona da minha vida
Sem nada mais nada
De bem com a vida
Que nunca têm inicio
Muito menos têm fim
Na esquina de uma rua
Ou num banco de jardim
Quando menos esperamos
Há amores assim
Não demores tanto assim
Enquanto espero o céu azul
Cai a chuva sobre mim
Não me importo com mais nada
Se és direito ou o avesso
Se tu fores o meu final
Eu serei o teu começo
Não vou ganhar
Nem perder
Nem me lamentar
Estou pronta a saltar
De cabeça contra o mar
Não vou medir
Nem julgar
Eu quero arriscar
Tenho encontro marcado
Sem tempo nem lugar
Je t'aime j'adore
Um amor nunca se escolhe
Mas sei que vais reparar em mim
Yo te quiero tanto
E converso com o meu santo
Eu rezo e até peço em latim
Quando te encontrar sei que tudo se iluminará
Reconhecerei em ti meu amor, a minha eternidade
É que na verdade a saudade já me invade
Mesmo antes de te alcançar
É a sede que me mata
Ao sentir o rio abraçar o mar
Sem lágrima caída
Sou dona da minha vida
Sem nada mais nada
De bem com a vida
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Citações
"Quando ouvimos os sinos, ouvimos aquilo que já trazemos em nós mesmos como modelo. Sou da opinião que não se deverá desprezar aquele que olhar atentamente para as manchas da parede, para os carvões sobre a grelha, para as nuvens, ou para a correnteza da água, descobrindo, assim, coisas maravilhosas. O gênio do pintor há-de se apossar de todas essas coisas para criar composições diversas: luta de homens e de animais, paisagens, monstros, demônios e outras coisas fantásticas. Tudo, enfim, servirá para engrandecer o artista." LEONARDO DA VINCI
"Cada qual chama agradável o que lhe causa prazer; belo o que simplesmente satisfaz; bom o que ele estima, aprova, isto é, aquilo a que atribui um valor objectivo. (...) Pode dizer-se que destes três géneros de satisfação, a do gosto pelo belo é a única satisfação desinteressada e livre. Com efeito, nenhum ineteresse, nem dos sentidos, nem da razão, constrage o assentimento." KANT
"Age apenas segundo máximas que queiras ver transformadas em leis universais." KANT
"Quem ama a fama faz a sua felicidade depender dos outros; quem ama o prazer faz a sua felicidade depender das suas próprias sensações; quem é inteligente faz a sua felicidade depender dos seus próprios actos."
"A marca mais profunda do homem contemporâneo consiste na fuga diante do pensamento. Dominado pela massa gigantesca da informação, encandeado pelo imperativo da investigação e condenado pelo ritmo da história à acção incessante, não lhe resta nem disponibilidade nem tempo para contemplar, no sentido forte desta palavra. Por isso, nunca o homem conheceu tanto de si mesmo, mas, talvez, nunca o homem se ignorou mais a si mesmo. "
"Cada qual chama agradável o que lhe causa prazer; belo o que simplesmente satisfaz; bom o que ele estima, aprova, isto é, aquilo a que atribui um valor objectivo. (...) Pode dizer-se que destes três géneros de satisfação, a do gosto pelo belo é a única satisfação desinteressada e livre. Com efeito, nenhum ineteresse, nem dos sentidos, nem da razão, constrage o assentimento." KANT
"Age apenas segundo máximas que queiras ver transformadas em leis universais." KANT
"Quem ama a fama faz a sua felicidade depender dos outros; quem ama o prazer faz a sua felicidade depender das suas próprias sensações; quem é inteligente faz a sua felicidade depender dos seus próprios actos."
"A marca mais profunda do homem contemporâneo consiste na fuga diante do pensamento. Dominado pela massa gigantesca da informação, encandeado pelo imperativo da investigação e condenado pelo ritmo da história à acção incessante, não lhe resta nem disponibilidade nem tempo para contemplar, no sentido forte desta palavra. Por isso, nunca o homem conheceu tanto de si mesmo, mas, talvez, nunca o homem se ignorou mais a si mesmo. "
terça-feira, 26 de maio de 2009
Peço
Nao deites fora em leves maos de liberdade tudo o que te dei
Guarda, em vez, as memórias em em ti deixei.
Essas não soltes, não as largues
E se largares, e assim, fugirem
Se a teu só desejo for
Não corras em busca delas, deixa.as, como uma pena
Deixa.as voar, apagar, soltar
E cair nas mãos de outro ser que as reviverá
Com amor, paixão, tristeza e solidão.
Não te peço um olhar, muito menos um sorriso
Não te peço um beijo, nem o abraço carente.
Peço paz.
Peço a nossa felicidade.
Que o vento leve com ele as nossas mágoas que ficaram
E que com conosco volte e permaneça a pura amizade.
Vou voltar aquele lugar, onde te vi
Vou ouvir a música que ouvimos,
Vou ver a imagem que vimos.
Mas vou seguir a estrada,
Não vou esperar naquela esquina
Vou caminhar em frente,
Passar por aquele lugar
Olhar aquele horizonte
Mas dar sempre o passo a frente.
As pessoas podem falar,
Podem olhar,
Talvez fique famosa
Talvez vas lembrar.te ao ver.me numa folha de jornal.
Quero conversas, quero palavras, quero gostos
Quero saidas, quero vivências
Quero um mar de ondas doces e salgadas que as definam
Um quente e frio ruido do fundo que as guardara
E um búzio que a elas as refugie.
Desejo então sorte, liberdade, cumplicidade
Sinceridade, amor e um toque de saudade para ambos
Com o nosso próximo destino,
Com a nossa próxima miragem,
Com o nosso próximo ser
E um último adeus.
Guarda, em vez, as memórias em em ti deixei.
Essas não soltes, não as largues
E se largares, e assim, fugirem
Se a teu só desejo for
Não corras em busca delas, deixa.as, como uma pena
Deixa.as voar, apagar, soltar
E cair nas mãos de outro ser que as reviverá
Com amor, paixão, tristeza e solidão.
Não te peço um olhar, muito menos um sorriso
Não te peço um beijo, nem o abraço carente.
Peço paz.
Peço a nossa felicidade.
Que o vento leve com ele as nossas mágoas que ficaram
E que com conosco volte e permaneça a pura amizade.
Vou voltar aquele lugar, onde te vi
Vou ouvir a música que ouvimos,
Vou ver a imagem que vimos.
Mas vou seguir a estrada,
Não vou esperar naquela esquina
Vou caminhar em frente,
Passar por aquele lugar
Olhar aquele horizonte
Mas dar sempre o passo a frente.
As pessoas podem falar,
Podem olhar,
Talvez fique famosa
Talvez vas lembrar.te ao ver.me numa folha de jornal.
Quero conversas, quero palavras, quero gostos
Quero saidas, quero vivências
Quero um mar de ondas doces e salgadas que as definam
Um quente e frio ruido do fundo que as guardara
E um búzio que a elas as refugie.
Desejo então sorte, liberdade, cumplicidade
Sinceridade, amor e um toque de saudade para ambos
Com o nosso próximo destino,
Com a nossa próxima miragem,
Com o nosso próximo ser
E um último adeus.
Súplica
Agora que o silêncio é um mar sem ondas,
E que nele posso navegar sem rumo,
Não respondas
Às urgentes perguntas
Que te fiz.
Deixa-me ser feliz
Assim,
Já tão longe de ti como de mim.
Perde-se a vida a desejá-la tanto.
Só soubemos sofrer, enquanto
O nosso amor
Durou.
Mas o tempo passou,
Há calmaria...
Não perturbes a paz que me foi dada.
Ouvir de novo a tua voz seria
Matar a sede com água salgada.
Miguel Torga
E que nele posso navegar sem rumo,
Não respondas
Às urgentes perguntas
Que te fiz.
Deixa-me ser feliz
Assim,
Já tão longe de ti como de mim.
Perde-se a vida a desejá-la tanto.
Só soubemos sofrer, enquanto
O nosso amor
Durou.
Mas o tempo passou,
Há calmaria...
Não perturbes a paz que me foi dada.
Ouvir de novo a tua voz seria
Matar a sede com água salgada.
Miguel Torga
quinta-feira, 21 de maio de 2009
suja máscara de tinta
Por tras da marcara quotidiana esta um ser olhado, falado e pouco reconhecido no seu dia-a-dia. Já foi trapo, farrapo, rainha princesa. Foi menina, foi pequena. Agora esta gasta, suja, usada. Farta de olhado, fica escondida no rosto transformado em mascaras de tinta, que disfarçam cicatrizes abertas. Perguntar como se salvar dessa vida de ruina que passa no quotidiano, e algo que questiona todos os dias.
Fugindo da multidão, encontrada por os desertos. Poucous a conhecem, mas muitos sabem quem é.
Muitos vêm o seu pobre.
Muitos vêm o seu podre.
Mas poucos, na verdade, os conhecem.
Apenas ao fim de cada dia, só, trancada em sua casa, num cubiculo obscuro, frio e despido, na perdida noite e escondida do mundo la fora, olha o espelho, grita no seu reflexo, e com clareza e mágoa limpa o seu rosto disfarçado por uma vida.
Fugindo da multidão, encontrada por os desertos. Poucous a conhecem, mas muitos sabem quem é.
Muitos vêm o seu pobre.
Muitos vêm o seu podre.
Mas poucos, na verdade, os conhecem.
Apenas ao fim de cada dia, só, trancada em sua casa, num cubiculo obscuro, frio e despido, na perdida noite e escondida do mundo la fora, olha o espelho, grita no seu reflexo, e com clareza e mágoa limpa o seu rosto disfarçado por uma vida.
terça-feira, 21 de abril de 2009
palavras trocadas, frases formadas
Em tinta que escorre em pano branco, borras de carvão subressaiem.
Como que boas palavras ingeridas em momento crossial.
Areia em brasa, lume de cinza, mar de fogo ardente, areal de espuma quente.
Amor forte de brasa intensa, jazido nu de corpo estendido.
Sinonimos de plural em compromisso anonimo.
Tormenta ferida de dor e entrega.
Sonho comum perdido em longos troncos de plano branco.
Imortalidade nula de vontade e intriga.
Caminho cruzado de lugar vago, estranho, lugar longe, lugar perdido.
Se ser futil servisse de cabecinha, muita gente teria inteligencia de valores ilegais.
O mundo era um paralelo à parte.
Afinal o verdadeiro rosto não é qualidade válida.
Como que boas palavras ingeridas em momento crossial.
Areia em brasa, lume de cinza, mar de fogo ardente, areal de espuma quente.
Amor forte de brasa intensa, jazido nu de corpo estendido.
Sinonimos de plural em compromisso anonimo.
Tormenta ferida de dor e entrega.
Sonho comum perdido em longos troncos de plano branco.
Imortalidade nula de vontade e intriga.
Caminho cruzado de lugar vago, estranho, lugar longe, lugar perdido.
Se ser futil servisse de cabecinha, muita gente teria inteligencia de valores ilegais.
O mundo era um paralelo à parte.
Afinal o verdadeiro rosto não é qualidade válida.
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