Que mal fiz eu pra me prender tanto ao teu podre!?
Só me deixas pior, já não consigo ter vida própria! A toda a hora te intremetes, é o teu nome, a merda que fazes.. Deixa os outros viverem em paz! Só me preturbas o sentido caramba, tudo aquilo que me tiras-te e ensinas-te está a voltar e a perder-se!
Vê se te acalmas e olhas à volta!
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Revolta
“Chorei, mas não sei se alguém me ouviu, e não sei se quem me viu sabe a dor que em mim carrego e a angústia que se esconde, vou ser forte e vou-me erguer, ter coragem de querer, não ceder nem desistir, eu prometo, busquei nas palavras o conforto, dancei no silêncio morto e o escuro revelou que em mim a luz se esconde, vou ser forte e vou-me erguer, ter coragem de querer, não ceder nem desistir, eu prometo. “
Não sabem o que sinto, revolto-me pro dentro, e sei que o vêm por fora. Sim são voces, voces que não me dão vida, voces que renego, voces que evito e fujo.
És tu que me olhas, e eu vejo que o fazes. Por ti, só ODIO, apenas vives com a vida dos outros, és um coitadinho. Deixa de ser mesquinho, vê.te ao espelho, não és mais que ninguém, escuzas de rebaixar os outros, porque tu é que não vales nada. Na hora ninguém da a cara por ti, ninguém se mete à tua frente, ja te deram provas disso caramba, vê! Quando pensas que és tu que falas mal nas costas, repara que tens as orelhas quentes da conversa dos outros à custa dos teus actos.
Não és mais que tudo o que Deus pôs no universo. Muito menos alguem superior a ti mesmo. És terra em agua molhada, lume de lixo. Não vales um terço do que tens, nem tens um quarto do que eu tenho. A chuva espalha humidade suja no céu onde voas-te, mas o vento que suprou apanhou-te e fez a maior tempestade que já vira.
A tua dor é invisivel, secalhar até inexistente. A tua voz rouca e mentirosa, obscura como os olhos com que nos olhas, o teu sorriso sinico com a maior sombra que a tua alma projecta. Os teus actos não chegam aos céus, o teu jeito é de reu. Comportas-te como um deprimente, por favor, sê gente, vê se entendes, aqueles com que falas nem a ti valem nada e tu que com eles pregas estragas a paz que têm. Pensa por as tuas ideias não sigas e imites os outros, aprende a ser tu proprio. Aprende a ter vida, aprende a ter a TUA.
É triste, não tens vida própria, os meus vicios são pessoais, os teus virtuais. Pois eu não vivo à pala dos teus vicios, e tu não vives sem o vicio da vida dos outros.
Não sabem o que sinto, revolto-me pro dentro, e sei que o vêm por fora. Sim são voces, voces que não me dão vida, voces que renego, voces que evito e fujo.
És tu que me olhas, e eu vejo que o fazes. Por ti, só ODIO, apenas vives com a vida dos outros, és um coitadinho. Deixa de ser mesquinho, vê.te ao espelho, não és mais que ninguém, escuzas de rebaixar os outros, porque tu é que não vales nada. Na hora ninguém da a cara por ti, ninguém se mete à tua frente, ja te deram provas disso caramba, vê! Quando pensas que és tu que falas mal nas costas, repara que tens as orelhas quentes da conversa dos outros à custa dos teus actos.
Não és mais que tudo o que Deus pôs no universo. Muito menos alguem superior a ti mesmo. És terra em agua molhada, lume de lixo. Não vales um terço do que tens, nem tens um quarto do que eu tenho. A chuva espalha humidade suja no céu onde voas-te, mas o vento que suprou apanhou-te e fez a maior tempestade que já vira.
A tua dor é invisivel, secalhar até inexistente. A tua voz rouca e mentirosa, obscura como os olhos com que nos olhas, o teu sorriso sinico com a maior sombra que a tua alma projecta. Os teus actos não chegam aos céus, o teu jeito é de reu. Comportas-te como um deprimente, por favor, sê gente, vê se entendes, aqueles com que falas nem a ti valem nada e tu que com eles pregas estragas a paz que têm. Pensa por as tuas ideias não sigas e imites os outros, aprende a ser tu proprio. Aprende a ter vida, aprende a ter a TUA.
É triste, não tens vida própria, os meus vicios são pessoais, os teus virtuais. Pois eu não vivo à pala dos teus vicios, e tu não vives sem o vicio da vida dos outros.
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Sorri
Nós nao somos melhores pessoas por sabermos rir, mas sim por fazer sorrir os outros. Não somos maiores por nos rir-mos deles, mas sim por rirmo-nos com eles. Não somos grandes por sermos caixas de segredos, mas sim por sermos fiéis. Não valho mais que ele porque tenho aquilo, pelo contrário, ele vale mais que eu porque tem o que não tenho. Não sou maior por os olhar, mas eles sim porque me olham como cegos. Não ganho por escolhas, ganho por as minhas opções. Não sofro porque perdi, e eles porque não o têm. Tem a posse de algo, algo que eles não têm, algo que eu não tenho, tu não tens, e nós não temos, porque somos diferentes, temos diferentes tamanhos, pesos, opinões, qualidades e defeitos, mas no fundo à coisas na vida que nos marcam a todos, e ai, no bem ou no mal, o nosso melhor é o nosso sorriso, o teu e o que provocas aos outros.
domingo, 25 de outubro de 2009
Instante
Anseio por te porder amar desesperadamente amor
Quero tua pele molhada, teus lábios cereja
Toca-me paixão, leva-me desta multidão
Da-me tua mão, leva-me meu coração
Só morrerei contigo
Só viverei sem ti
Minhas gotas são cascatas banais
Teus olhos prisões fatais
Flor de leves pecados
Minha doce companhia
Inspiração dos meus sonhos
Luz da minha alegria
Ainda me lembro
Quero minha paixão
Vem meu conforto
Voa meu coração.
Escrevi teu nome em sangue
Tatuagem que ficou
tudo num instante
A ferida que sarou.
Quero tua pele molhada, teus lábios cereja
Toca-me paixão, leva-me desta multidão
Da-me tua mão, leva-me meu coração
Só morrerei contigo
Só viverei sem ti
Minhas gotas são cascatas banais
Teus olhos prisões fatais
Flor de leves pecados
Minha doce companhia
Inspiração dos meus sonhos
Luz da minha alegria
Ainda me lembro
Quero minha paixão
Vem meu conforto
Voa meu coração.
Escrevi teu nome em sangue
Tatuagem que ficou
tudo num instante
A ferida que sarou.
Beijo em silêncio
Se algum dia sentires a minha falta, olha pra o horizonte. E toda a vez que uma brisa leve tocar o teu rosto lembra-te, sou eu que te beijo em silnêncio.
domingo, 18 de outubro de 2009
Ódio
Ódio por ele? Não… se o amei tanto,
Se tanto bem lhe quis no meu passado,
Se o encontrei depois de o ter sonhado,
Se à vida assim roubei todo o encanto…
Que importa se mentiu? E se hoje o pranto
Turva o meu triste olhar, marmorizado,
Olhar de monja, trágico, gelado
Como um soturno e enorme Campo Santo!
Ah! Nunca mais amá-lo é já bastante!
Quero senti-lo doutra, bem distante,
Como se fora meu, calma e serena!
Ódio seria em mim saudade infinda,
Magoa de o ter perdido, amor ainda.
Ódio por ele? Não…não vale a pena.
Florbela Espanca
Se tanto bem lhe quis no meu passado,
Se o encontrei depois de o ter sonhado,
Se à vida assim roubei todo o encanto…
Que importa se mentiu? E se hoje o pranto
Turva o meu triste olhar, marmorizado,
Olhar de monja, trágico, gelado
Como um soturno e enorme Campo Santo!
Ah! Nunca mais amá-lo é já bastante!
Quero senti-lo doutra, bem distante,
Como se fora meu, calma e serena!
Ódio seria em mim saudade infinda,
Magoa de o ter perdido, amor ainda.
Ódio por ele? Não…não vale a pena.
Florbela Espanca
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